segunda-feira, 29 de setembro de 2008

A caminho de outra final!

O Voo-BPF continua… venceu a final regional da América Latina, que se realizou na Guatemala, e agora vai voar em direcção a Hong-Kong!
Esta comunidade de aprendizagem colaborativa em rede funciona mesmo!!!!! Estamos todos de parabéns!

sábado, 20 de setembro de 2008

Na próxima semana...

... o nosso voo chegará à Guatemala para a final latino-americana do prémio Microsoft, Educadores Inovadores!!
Os passageiros e a tripulação deste voo brasileiro, português e francês estão felizes, orgulhosos e... também um bocadinho ansiosos!

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Concurso Microsoft Brasil, Prémio Educadores Inovadores

O nosso voo VENCEU!

As nossas parceiras Marise Brandão e Marli Fiorentin, de escolas da Barra do Piraí e de Nova Bassano, respectivamente, defenderam, em São Paulo, na passada quarta-feira, dia 3, este projecto que iniciámos em Outubro de 2007.
Parabéns a…

  • professores e alunos das escolas do Brasil, de Portugal e de França;
  • Cláudio Fragata, cuja obra “Seis Tombos e um Pulinho” deu o mote para este trabalho colaborativo;
  • Alberto Santos-Dumont, cujos voos nos levaram também a voar… aprendendo a cair e a levantar de novo...

Obrigada a...

todos os que colaboraram, acreditaram, apoiaram, incentivaram este projecto.

Nota: este projecto contou com o apoio do Centro de Competência da Universidade do Minho na realização da Videoconferência, denominada VideoVoo, realizada no dia 30 de Maio, e aqui noticiada.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O que aprendi com este voo?

Passageiros da turma C do 5.º ano da escola E.B. 2/3 Dr. Carlos Pinto Ferreira, disseram...

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quarta-feira, 2 de julho de 2008

A visita a Rio das Flores




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terça-feira, 24 de junho de 2008

Uma homenagem a Santos-Dumont

Acabadinha de chegar da Barra do Piraí.

Cada ano, no dia 24 de junho, diante das fogueiras de São João, que no Brasil constituem uma tradição imemorial, eu enchia dúzias destes pequenos "mongolfiers" e contemplava extasiado a ascensão deles ao céu.
(In http://www.cabangu.com.br/pai_da_aviacao/7-pessoa/despertar.htm)

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O nosso VIDEOVOO

Antes da partida, enquanto os motores aqueciam... Durante o voo tudo se passou assim...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

As nossas aventuras

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segunda-feira, 2 de junho de 2008

VideoVOO

O nosso VideoVoo decorreu sem sobressaltos, como podem ver aqui!
Se, para Toquinho,

… o futuro é uma astro nave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida


e por que acreditamos, como disse António Gedeão, que

O Sonho comanda a vida

conseguiremos então, tal como Jacques Brel,

attendre l’inaccessible étoile?

Não sabemos se algum dia alcançaremos essa inacessível estrela mas temos a certeza de que, e usando as palavras de Sebastião da Gama, o que queremos “é que eles vivam felizes!”… e… que aprendam… partilhando e crescendo num mundo novo global e livre.


sexta-feira, 30 de maio de 2008

Nossas invenções

Gostamos tanto de conhecer a história da invenção da aviação que criamos algumas réplicas. Gostaram?




Também fizemos a releitura da obra, criando painéis e resumindo o testo.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O RETRATO FISICO DO NARRADOR

Nossos Sonhos

Nós, os passageiros da Turma 72 de Nova Bassano, Brasil, refletimos muito com a obra lida e a vida de Santos Dumont nos fez pensar em nossos próprios sonhos. Clique no livro duas vezes e arraste com o mouse para visualizar melhor.

domingo, 25 de maio de 2008

Um voo de asas

Caros amigos!

Hoje Jorge nos deixou. Partiu para um voo maior que o de Santos Dumont, certamente com asas que os anjos lhe deram de presente. Estava planejando fazer uma surpresa para todos, construindo um avião de palitos de picolé, incrementado com um motorzinho. Contou para mim como um segredo. Na última semana fizemos essa foto para publicar no blog. No último dia de aula escreveu esse texto :

"Sonhar é querer ser alguém no futuro. Para realizar os sonhos é preciso acreditar em si mesmo, ter determinação e coragem, apesar de tudo, erguer a cabeça e seguir em frente. A maior dificuldade é cair e não ter medo de tentar de novo. Meu grande sonho seria ser um jogador de futebol ou então ter alguma empresa.
Esta história de Santos Dumont me ensinou a não desistir dos meus sonhos. Se cair, tentar levantar e não ter medo de cair de novo, tentando sempre aprender com os erros."

A turma 72 levou um tombo, mas a exemplo de Santos Dumont, haverá de superar, levantar e buscar de novo a alegria que o Jorge sempre demonstrou ao viver por aqui.
Obrigado, Jorge! Você continua no nosso voo, agora olhando de cima.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Entrevista a Cláudio Fragata - 7.ª parte

Em torno da redacção e da publicação do livro Seis Tombos e Um Pulinho

Quanto tempo levou a escrever este livro?
Entre a idéia de escrever sobre Santos-Dumont e a publicação do livro passaram-se seis anos. Foram vários anos de pesquisa. Fui me tornando muito íntimo de Santos-Dumont.

Que reacção teve quando o livro foi publicado?
A reação foi excelente. Em pouco mais de um mês do lançamento, o livro foi para a segunda edição.

Escreveu exactamente o que se passou na vida de Santos-Dumont ou acrescentou pormenores?
Procurei ser absolutamente fiel aos fatos. Para evitar deslizes históricos, pedi consultoria ao sobrinho-bisneto de Santos-Dumont, o agora meu amigo Marcos Villares. Mas eu não queria escrever mais uma biografia de Santos-Dumont. Nem queria que fosse um livro acadêmico, chato de ler. A vida de Santos-Dumont me pareceu uma grande aventura e era isso o que eu queria passar aos leitores. Decidi contar sua história de outro ponto de vista, a partir dos grandes “tombos” que ele levou, ou seja, os acidentes que sofreu até conseguir voar.

Sentiu prazer em escrever este livro?
Escrever, por mais agradável que seja o tema, sempre é um sofrimento, uma ansiedade muito grande. Não foi diferente com esse livro. Mas, ao mesmo tempo, Santos-Dumont foi uma pessoa tão notável, sua vida foi uma seqüência de feitos tão extraordinários, que muitas vezes tive a sensação de estar inventando um personagem de ficção e não escrevendo sobre um personagem real.

Qual foi a parte deste livro que preferiu redigir?
Não me lembro de nenhuma parte em especial. Cada capítulo foi uma aventura para mim. Hoje gosto muito de ler a passagem do vôo de Santos-Dumont num balão em plena tempestade. É maravilhosa a sensação que ele teve. Chega a dizer que se sentiu parte da natureza quando se viu entre raios e trovões.

Por que motivo deu ao seu livro o título Seis Tombos e Um Pulinho e não Santos-Dumont?
Pelo motivo que descrevi acima. Quis fugir de um livro convencional. Me interessou contar a história a partir de seus momentos mais emocionantes e... perigosos! Quanto ao pulinho do título, é uma referência ao momento da decolagem do 14-Bis. Na época, os detratores de Santos-Dumont disseram que um vôo de 60 metros não era um vôo, mas apenas um “pulo”. Vejam vocês que invejosos existem em qualquer lugar, em qualquer época...

O título foi-lhe imposto pela editora?
Muito ao contrário. Tive total liberdade. A editora chegou a questionar o diminutivo de pulo. Temia que a palavra “pulinho” infantilizasse a obra, o que poderia desestimular os leitores mais velhos. Mas os brasileiros têm uma relação diferente com diminutivos. Usamos demais, penso que seja uma necessidade afetiva que temos. E também para dar uma nota de humor. O humor era imprescindível nesse livro. Eu queria contar a história de Santos-Dumont de uma forma ao mesmo tempo aventuresca e bem humorada. A palavra pulinho, já no título, acenava para isso. A editora acabou concordando comigo.

Quando escreveu o seu livro pensou que ia ter sucesso?
Claro que no fundo é o que se quer. Ninguém escreve um livro para não ser lido ou não valeria o esforço. Mas penso e não penso sobre isso. Sucesso é uma palavra traiçoeira. Não tenho o sucesso como projeto, mas como conseqüência de um trabalho realizado com dedicação. O que me importa e me deixa feliz é que o livro atingiu e continua atingindo centenas de leitores. Até de além-mar, não é mesmo?

Qual a reacção da editora e dos leitores quando lançou o seu livro?
Eu fiquei surpreso com a reação dos adultos. Escrevi pensando no público jovem, mas os adultos leram com muito interesse. Recebi inúmeros e-mails de pais, professores, universitários e até de pessoas ligadas à aviação, todos entusiasmados com a leitura do livro. Algumas livrarias de São Paulo colocaram Seis Tombos e Um Pulinho entre os livros da seção dirigida ao público adulto.

O que o inspirou para escrever este livro?
Foi a leitura de um livro escrito pelo próprio Santos-Dumont chamado O que eu vi, o que nós veremos. É um relato muito emocionante.

Com que sensação ficou depois de ter escrito este livro?
A de ter voado alto. Mas sem vertigem. E sem medo de cair.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Uma notícia triste

Hoje estamos muito tristes e preocupados,pois ontem,que foi domingo,o Jorge,nosso colega de turma,sofreu um grave acidente de moto.Já foi submetido a duas cirurgias.Pedimos que nos ajudem a orar pela sua recuperação. Ficaremos todos torcendo e pedindo a Deus por ele.

sábado, 17 de maio de 2008

BERTRAND PICCARD, mais um suiço com sonhos aéreos!

Benvindos todos os que acreditam no poder dos sonhos...
Com estas palavras - que nos lembram a persistência do nosso Santos-Dumont! - somos recebidos no sítio de mais um suiço, Bertrand Piccard, que sonha voar de maneira económica com a energia solar (solar impulse). Cada um com o seu sonho! Aqui fica a referência do sítio:

http://bertrandpiccard.com/fr/index.php

Santos-Dumont queria... voar! E conseguiu!

Yves Rossy quer... voar com umas asas às costas! E está a conseguir!

Bertrand Piccard quer... voar respeitando o ambiente, sem poluir! E está a conseguir!

Quem pode ousar hoje não acreditar no PODER DOS SONHOS?

quinta-feira, 15 de maio de 2008

14 DE MAIO DE 2008 - Yves Rossy, voando pelos céus suiços...

Nos noticiários de ontem era notícia o voo deste antigo piloto militar suiço que tem agora o projecto de sobrevoar o Canal da Mancha. Se for persistente como Santos-Dumont...

No sítio deste jornal brasileiro podem ver fotos deste voo com asas às costas. Ai se Ícaro soubesse...

http://www.estadao.com.br/internacional/not_int172868,0.htm

No http://www.youtube.com/ podemos ver o voo e ouvir os comentários do próprio Yves:

http://www.youtube.com/watch?v=bEXxkWXncuo

E por fim, aqui fica o sítio de Yves Rossy onde temos vários testemunhos sobre este desejo de voar suiço:

http://www.jet-man.com/prod/index.html

quarta-feira, 14 de maio de 2008

RETRATO DO NARRADOR

Depois de termos feito o levantamento das marcas do narrador em Seis Tombos e Um Pulinho procurámos, primeiro individualmente e depois em grupo, fazer a CARACTERIZAÇÃO PSICOLÓGICA INDIRECTA desse narrador. Ao lermos todas as interpretações das marcas, chegámos à conclusão de que o narrador inventado por Cláudio Fragata:

- é protector em relação a Santos-Dumont porque gosta dele;

- procura pôr os leitores do lado do protagonista, influenciando-os positivamente;

- é sincero (honesto) porque diz o que pensa, sem rodeios, e quando tem que criticar Santos-Dumont, não hesita;

- procura ser cómico e fazer rir os leitores;

- é supersticioso, mas não quer mostrá-lo;

- tem admiração por Santos-Dumont e defende-o constantemente quando acha que o seu protagonista tem razão;

- é credível porque apresenta provas do que diz;

- é inteligente porque tenta cativar os leitores para que compreendam a história e a sigam até ao fim;

- é uma pessoa culta porque para escrever este livro sobre Santos-Dumont teve forçosamente que se documentar bastante.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O NARRADOR e as suas marcas

Ao longo do ano temos vindo a distinguir o autor/escritor do narrador. O primeiro existe fisicamente. Podemos cruzá-lo na rua, falar com ele... O segundo é uma criação do primeiro, ie só existe para contar a história que o escritor inventou. O narrador é pois inventado! A leitura desta obra de Cláudio Fragata permitiu-nos apreciar esse ser inventado. E o que nos conta a história de Santos-Dumont é um ser curioso. Resolvemos por isso fazer o levantamento das marcas desse narrador no discurso para, a partir delas, delinearmos posteriormente o perfil desta entidade que nos conta a história em Seis Tombos e Um Pulinho. Eis o resultado do nosso trabalho!


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Seguindo os passos de Santos-Dumont (Bélgica, p.58)